domingo, 18 de outubro de 2015

2.2 Volta para casa com Nicolas



Helena e Nicolas voltam a pé para casa, aproveitando a caminhada para relembrarem os velhos tempos, tentando entender o que estava acontecendo.
- Eu me lembro de tudo o que nos dois fizemos, mesmo tendo certeza de não ter feito nada disso.... - Ele desabafa, confuso.
- Eu não sei o que esta acontecendo, hoje era pra ser apenas mais um dia como outro qualquer. Do nada eu me vejo nessa confusão toda..... Mas isso não importa agora. Eu não consegui te ajudar antes, mas daqui pra frente vai ser diferente. - Ela promete.
Chegando em casa, Helena vai fazer pipoca, enquanto Nicolas procura algum filme bom na televisão. Os dois assistem tv até caírem no sono.
No outro dia, ela acorda sozinha no sofá. Caminha pela casa mas não há sinal de Nicolas, até que encontra um bilhete em cima da mesa da cozinha. Dizia "Fui trabalhar, volto à tarde. Nicolas". Ela suspira aliviada. Depois do susto inicial, Helena coloca seus pensamentos em ordem. "Prometi ao Nicolas que ia ajudar ele, que daqui pra frente seria diferente. Vou compensa-lo. Ele e a felicidade dele serão minhas únicas prioridades." Aproveitando que ele estava no trabalho, ela sai as compras. Com o dinheiro que tinha guardada no banco, compra móveis novos, cama, armário, estante para livros, mesa de estudos, para dar a Nicolas um quarto novo.
Ela joga fora todos os entulhos e pede para o pessoal da entrega colocar em seu lugar os móveis recém comprados. "Pronto! Agora as coisas estão como deveriam". Quando Nicolas volta para casa, é recebido com um abraço carinhoso e o almoço servido:
- Antes de comer, venha aqui. Tenho uma surpresa pra você! - Diz Helena empolgada, enquanto o puxa para seu novo quarto. Quanto ele vê seu quarto novo, lágrimas escorrem pelo seu rosto:
- Eu não mereço tudo isso - Nicolas diz emocionado.
- Você é minha vida, e farei de tudo pra te fazer feliz. Agora, vamos comer antes que a comida esfrie.
Os dois sentam a mesa, e conversam, felizes.

Final com o Filho
Tentar outro final?

2.2 Ela bate no Bêbado



O bêbado abre um sorriso torto:
- Mas olha só, quem é essa deliciosinha moleque? Sua amiga?
- Não faço ideia de quem ela seja - Nicolas responde confuso.
- Não faz diferença quem eu sou, ou você deixa ele em paz, ou eu faço você deixar. - Responde Helena, em um tom ameaçador.
- Oooh, parece que a gatinha tem garras não é mesmo? - Zomba o bêbado.
- Ok, então você não me deixa escolha...
- E o que a bonitinha vai fazer? Me dar uns beijinhos?
Essa foi a gota d'água. Helena sorri inocentemente, como se fosse apenas mais uma garota indefesa. No momento que ele baixa a guarda, ela agarra seu pulso e com um rápido movimento o desloca. O homem ajoelha e grita, agonizando de dor. No mesmo instante, ela acerta uma joelhada em seu nariz. O homem cai inconsciente. Nicolas cai na gargalhada:
- Muito bom!! Realmente, não esperava que a senhora soubesse brigar!
- Eu sei alguns truques, aprendi no trabalho. - Ela responde, se sentido orgulhosa de si mesma.
Os dois começam a conversar. Ela descobre que Nicolas nunca foi adotado, e acabara tendo que morar na rua ao completar 16 anos. Uma dor invade seu peito, só de imaginar tudo pelo que o filho passara. Ele nota o sofrimento de Helena, até que, por um instante, os olhares dos dois se cruzam. Nesse instante, Nicolas parece entra em algum tipo de transe. Depois de alguns segundos, ele parece recobrar a consciência:
- Mãe?
Lágrimas escorrem dos olhos de Helena. Ela e Nicolas se abraçam.


2.2 Ela paga o Bêbado



- Quanto ele te deve? - diz ela pegando a carteira.
- Oooh, você vai pagar por ele belezinha?
Revirando os olhos, ela pega 50 reais e entrega pra ele:
- Ok, você pega isso e deixa a gente em paz.
- Hohoho, como quiser belezinha. 
O bêbado vai embora todo contente. Já Nicolas por outro lado, não esta ficou nem um pouco contente com o acontecido:
- Quem você acha que é pra se meter na minha vida?!?
- Mas.. eu só queria ajudar...
- Ajudar!? Jonas é só mais um otário, como dezenas de outros aqui. Eu nem devo dinheiro pra ele, ele só faz isso com todo mundo. Agora mesmo que ele vai voltar a incomodar.
- Mas...
- Mas nada! Me faz um favor, não aparece mais aqui, ta? Só isso.
De coração partido, Helena dá as costas a seu filho vai para casa

2.2 Ela o segue



Helena decide seguir seu filho para ver onde ele esta morando, antes de se aproximar dele. Eles andam por algumas quadras, fazendo tantas curvas que ela até perde a conta, já não sabendo mais onde esta, muito menos para onde estavam indo. Até que numa última curva ela pode ver onde estavam. As ruas fechadas deram lugar à uma praça aberta. Nessa praça viviam dezenas de moradores de rua, em cantos com tetos de papelão improvisados, alguns mais afortunados tinham lençóis e cobertores.
Logo um dos sem teto, claramente bêbado, começa implicar com Nicolas:
- Cadê meu dinheiro guri? Hââ?!?!
Ele caminha para trás, tentando se afastar, mas o bêbado chega ainda mais perto:
- Não me ouviu não?!?! Não faz de conta que é surdo moleque!! - Chegando a babar enquanto grita.
Vendo a cena, Helena não consegue mais ignorar. Ela fica entre o bêbado e Nicolas.

Opções

2.2 Ela aborda ele



Logo ao sair do Starbuck, Helena aborda seu filho:
- Nicolas? Hey, Nicolas, espera!
- Hm? Eu conheço a senhora?
- Bom, deveria, afinal, eu sou sua mãe...
- Mãe? Olha senhora, não sei que piada a senhora ta querendo fazer, e não to com paciência pra essas brincadeirinhas.
- Não é brincadeira nenhuma, estou falando sério!
- Ta bom, ta bom, diga o que quiser. Não sou obrigado a ficar ouvindo nenhuma maluca dizer que é minha mãe. - Nicolas vira as costas e sai andando.
Sentida pelas palavras do filho, ela sai caminhando por ai, perdida em seus próprios pensamentos. Uma súbita buzina a tira de seu transe. Assustada, ela só tem tempo de ver o ônibus que vem em sua direção. Não conseguindo sair da frente a tempo, Helena é atropelada. Ela é arremessada para trás violentamente. Seu sangue enxarca a rua. Ela perde e recobra a consciência diversas vezes. Ela se lembra vagamente da ambulância que a socorre. 
Helena é levada para a sala de cirurgia às pressas. Os médicos fazem tudo o que podem, mas seus esforços são em vão. Ela perdera muito sangue e seus ferimentos eram graves.
Ela foi velada no cemitério naquele mesmo dia. Não haviam nem amigos nem parentes em seu funeral, uma vez que ninguém a reconheceu. As únicas presenças eram as do padre, que dizia as últimas palavras ao corpo sem vida, e o coveiro, que vagarosamente cobria o caixão com terra.

Final Trágico
Tentar outro final?

2.2 Vai embora



A fim de evitar confusão, Helena sai do Starbucks. Ela sai caminhando por ai, perdida em seus próprios pensamentos. Uma súbita buzina a tira de seu transe. Assustada, ela só tem tempo de ver o ônibus que vem em sua direção. Não conseguindo sair da frente a tempo, Helena é atropelada. Ela é arremessada para trás violentamente. Seu sangue enxarca a rua. Ela perde e recobra a consciência diversas vezes. Ela se lembra vagamente da ambulância que a socorre. 
Helena é levada para a sala de cirurgia às pressas. Os médicos fazem tudo o que podem, mas seus esforços são em vão. Ela perdera muito sangue e seus ferimentos eram graves.
Ela foi velada no cemitério naquele mesmo dia. Não haviam nem amigos nem parentes em seu funeral, uma vez que ninguém a reconheceu. As únicas presenças eram as do padre, que dizia as últimas palavras ao corpo sem vida, e o coveiro, que vagarosamente cobria o caixão com terra.

Final Trágico
Tentar outro final?

2.2 Insiste em falar com o filho



- Eu quero falar com meu filho!! Nicolas! - Helena gritava enquanto Nicolas se afastava
- Ta bom querida, já chega. Ou você sai por aquela porta, ou eu chamo a polícia!
Apesar de inconformada, ela se vê obrigada a sair dali antes que a confusão aumente.
Ela sai caminhando por ai, perdida em seus próprios pensamentos. Uma súbita buzina a tira de seu transe. Assustada, ela só tem tempo de ver o ônibus que vem em sua direção. Não conseguindo sair da frente a tempo, Helena é atropelada. Ela é arremessada para trás violentamente. Seu sangue enxarca a rua. Ela perde e recobra a consciência diversas vezes. Ela se lembra vagamente da ambulância que a socorre. 
Helena é levada para a sala de cirurgia às pressas. Os médicos fazem tudo o que podem, mas seus esforços são em vão. Ela perdera muito sangue e seus ferimentos eram graves.
Ela foi velada no cemitério naquele mesmo dia. Não haviam nem amigos nem parentes em seu funeral, uma vez que ninguém a reconheceu. As únicas presenças eram as do padre, que dizia as últimas palavras ao corpo sem vida, e o coveiro, que vagarosamente cobria o caixão com terra.

Final Trágico
Tentar outro final?

2.2 Pergunta se sabe quem ela é



Ao ficar cara a cara com o filho, seu coração começa a bater mais rápido. Eles se olham por alguns segundos, Helena esperando ser reconhecida, ele esperando o pedido. Até que ele cansa de esperar o pedido dela:
- O que vai ser para a senhora?
- Senhora? Nicolas, sou eu, Helena, sua mãe! Você realmente não me reconhece? - Ela clama, com desespero crescendo em seu peito.
- Senhora, eu não sei quem é você, ou que tipo de piada sem graça é essa, mas se não pedir nada, agradeceria se a senhora não congestionasse a fila.
- Isso não pode estar acontecendo....
Nesse meio tempo, a supervisora de Nicolas aparece:
- Algum problema por aqui, Nic, meu querido?
- Cláudia! Essa senhora insiste em dizer que é minha mãe, ao invés de fazer o pedido. Não sei qual a piada que ela esta tentando fazer.
- Tudo bem querido, eu assumo daqui. Querida, se você não quer nada, poderia nos fazer o favor de se retirar?
Helena estava sem palavras, seu filho não apenas não a reconhecia, ela podia notar o olhar de puro desgosto vindo de seus olhos.

Opções

2.2 Pede um café e senta



Eles se olham por alguns segundos. Até que Helena finalmente fala:
- Um café expresso, por favor.
- Certo, só um segundo por favor. - Nicolas responde, se virando para fazer o café. Ele entrega o café - Mais alguma coisa ou é só isso?
- Só isso mesmo.
- Certo, fica R$ 4,50.
Ela paga com uma nota de 5 e diz:
- Pode ficar com o troco. - E vai sentar numa mesa de canto. Ela paga um jornal na bancada ao lado. "A data e o ano estão certos" folheando pelo jornal ela não nota nenhuma anormalidade. "Nenhuma notícia falando sobre a tempestade também, será tudo imaginação minha?". Conforme as horas passam, ela pede um sanduíche australiano e um pão de queijo recheado.
Quando o relógio marca 13 horas, Helena nota que Nicolas esta se preparando para sair. Ele sai pela porta e ela vai atrás dele.


Opções

2.2 Não entrar



Helena encara os dois por alguns instantes. Vendo como os dão bem, ela decide não entrar, ela sai caminhando por ai, perdida em seus próprios pensamentos. Uma súbita buzina a tira de seu transe. Assustada, ela só tem tempo de ver o ônibus que vem em sua direção. Não conseguindo sair da frente a tempo, Helena é atropelada. Ela é arremessada para trás violentamente. Seu sangue enxarca a rua. Ela perde e recobra a consciência diversas vezes. Ela se lembra vagamente da ambulância que a socorre. 
Helena é levada para a sala de cirurgia às pressas. Os médicos fazem tudo o que podem, mas seus esforços são em vão. Ela perdera muito sangue e seus ferimentos eram graves.
Ela foi velada no cemitério naquele mesmo dia. Não haviam nem amigos nem parentes em seu funeral, uma vez que ninguém a reconheceu. As únicas presenças eram as do padre, que dizia as últimas palavras ao corpo sem vida, e o coveiro, que vagarosamente cobria o caixão com terra.

Final Trágico
Tentar outro final?

2.2 Entrar na cafeteria



Ela respira fundo e entra na cafeteria. "Mantenha a calma, você consegue". Como ainda estava claro, para Helena era seguro presumir que de alguma forma a tarde se transformara em manhã. "Já esta bem movimentado, por ser 9 horas da manhã" ela pensa, enquanto entra na enorme fila. Depois de alguns minutos ela fica cara a cara com o filho.

Opções

2.2 Procurar o Filho



Helena decide ir atrás de seu filho. Ela desce até o carro, mas esquece que ele não esta ligando "Não posso esquecer de mandar arrumar esse carro" ela então decide ir a pé, já que é perto dali mesmo.
Chegando lá, ela o avista pela janela. "Pelo menos isso não mudou, ele ainda trabalha no caixa.". "Ele parece tão feliz" ela nota, ao vê-lo anteder 3 clientes ao mesmo tempo. Uma senhora gorda, Cláudia, gerente do setor, elogia seu esforço. "Eles parecem tão próximos... como mãe e filho....". Ao se deparar com essa cena, Helena exita.

Opções

2.2 Volta pra casa sozinha



Helena volta sozinha. No caminho para casa, ela relembra todos os momentos, bons e ruins, que teve com o filho. Isso só faz crescer a dor em seu peito. 
Quando ela chega em casa, Dani a recebe com um abraço:
- Hey, você ta precisando se animar! - Diz ela, ao notar a expressão abatida de Helena.
Dito isso, Dani sai correndo para trás do balcão.
- O dia foi estressante, que tal relaxarmos um pouco? - Convida Dani, segurando uma garrafa de vinho tinto.
- Normalmente eu diria não para o vinho, mas podemos abrir uma exceção...
Sorrindo, Dani serve duas taças de vinho. Elas sentam no sofá e assistem algum filme. Nem na metade do filme, a garrafa estava vazia, Helena ria de qualquer coisa e Dani ria do estado da amada:
- Chega, você já bebeu demais - Dizia enquanto tentava se manter séria - Vamos levar você pra cama.
Dani ajeita Helena na cama e se deita para dormir com ela. No momento que ela se vira de lado, é abraçada:
- Eu te amo. - murmura Helena meio bêbada meio dormindo.
- Eu também te amo - Responde Dani sorrindo.
Na outra manhã, Helena acorda. Ela esta ainda abraçando Dani e podia sentir seu calor. Ela levanta gentilmente da cama para não acordá-la. Ao vê-la dormir tão calmamente, ela se sente em paz. "Dani não lembra do Nicolas, mas lembra de nós.... Por mais que me doa, terei que esquece-lo também, não vou arriscar perde-la de novo". Helena descarta tudo que a lembre dele, inclusive a foto no medalhão.
Depois disso feito, ela deita ao lado de Dani, que começa a acordar:
- Bom dia amor - Ela diz em meio a um bocejo - está tudo bem?
- Bom dia amor da minha vida, esta tudo bem sim - responde Helena - Só estava pensando, estar com você é como um sonho se tornando realidade, ser capaz de acordar ao seu lado todas as manhãs, beijá-la antes de ir para o trabalho, ou mesmo receber uma mensagem de texto qualquer sua lembrando-me de pegar alguma coisa do mercado, tudo é mágico para mim. Há dias eu me pergunto como eu fui tão sortuda de lhe ter em minha vida.
Lágrimas de alegria correm os olhos de Dani. Ela abraça Helena:
- Só você pra me fazer chorar logo quando acordo. Eu te amo sabe?
- Eu também te amo minha pequena.
As duas ficam abraçadas, aproveitando o tempo que tem sozinhas.

Final com Amor
Tentar outro final?

2.1 Volta para casa com Nicolas



Eles logo chegam em casa, logo Helena avisa:
- Tem uma pessoa que eu quero que você conheça.
Ela entra primeiro, e faz sinal para Dani.
Dani e Nicolas ficam cara a cara. Após alguns segundos se encarando em silêncio, os dois parecem se lembrar de tudo. Assim que isso acontece, se abraçam e começam a chorar. Helena assiste a cena, sorrindo.
Finalmente reunidos, os três jantam, como se fosse a coisa mais natural para eles, como se sempre tivesse sido assim. Logo após comerem, sentam no sofá e assistem a um filme. Não demora muito para que peguem no sono ali mesmo.
Quando Helena acorda no dia seguinte, ela estava sozinha no sofá, mas a casa estava do jeito que era antes. Dani sai do quarto:
- Bom dia dorminhoca! Se esqueceu de ir pra cama ontem?
Quando questionada sobre o dia anterior ela apenas responde:
- Não aconteceu nada demais, você chegou ontem do trabalho, nos jantamos, eu o Nicolas fomos dormir, enquanto você terminava de assistir sua séries.
"Então tudo aquilo não passou de um sonho?".
- Agora, que tal acordarmos nosso filho para um café da manhã em família?
O resto do dia seguiu normal, e Helena apenas podia sentir gratidão por tudo estar do jeito que era antes.


Final com Amor e o Filho 
Tentar outro final?

2.1 Ela paga o Bêbado



- Quanto ele te deve? - diz ela pegando a carteira.
- Oooh, você vai pagar por ele belezinha?
Revirando os olhos, ela pega 50 reais e entrega pra ele:
- Ok, você pega isso e deixa a gente em paz.
- Hohoho, como quiser belezinha. 
O bêbado vai embora todo contente. Já Nicolas por outro lado, não esta ficou nem um pouco contente com o acontecido:
- Quem você acha que é pra se meter na minha vida?!?
- Mas.. eu só queria ajudar...
- Ajudar!? Jonas é só mais um otário, como dezenas de outros aqui. Eu nem devo dinheiro pra ele, ele só faz isso com todo mundo. Agora mesmo que ele vai voltar a incomodar.
- Mas...
- Mas nada! Me faz um favor, não aparece mais aqui, ta? Só isso.
De coração partido, Helena dá as costas a seu filho vai para casa

2.1 Ela bate no Bêbado



O bêbado abre um sorriso torto:
- Mas olha só, quem é essa deliciosinha moleque? Sua amiga?
- Não faço ideia de quem ela seja - Nicolas responde confuso.
- Não faz diferença quem eu sou, ou você deixa ele em paz, ou eu faço você deixar. - Responde Helena, em um tom ameaçador.
- Oooh, parece que a gatinha tem garras não é mesmo? - Zomba o bêbado.
- Ok, então você não me deixa escolha...
- E o que a bonitinha vai fazer? Me dar uns beijinhos?
Essa foi a gota d'água. Helena sorri inocentemente, como se fosse apenas mais uma garota indefesa. No momento que ele baixa a guarda, ela agarra seu pulso e com um rápido movimento o desloca. O homem ajoelha e grita, agonizando de dor. No mesmo instante, ela acerta uma joelhada em seu nariz. O homem cai inconsciente. Nicolas cai na gargalhada:
- Muito bom!! Realmente, não esperava que a senhora soubesse brigar!
- Eu sei alguns truques, aprendi no trabalho. - Ela responde, se sentido orgulhosa de si mesma.
Os dois começam a conversar. Ela descobre que Nicolas nunca foi adotado, e acabara tendo que morar na rua ao completar 16 anos. Uma dor invade seu peito, só de imaginar tudo pelo que o filho passara. Ele nota o sofrimento de Helena, até que, por um instante, os olhares dos dois se cruzam. Nesse instante, Nicolas parece entra em algum tipo de transe. Depois de alguns segundos, ele parece recobrar a consciência:
- Mãe?
Lágrimas escorrem dos olhos de Helena. Ela e Nicolas se abraçam.


2.1 Ela o segue



Helena decide seguir seu filho para ver onde ele esta morando, antes de se aproximar dele. Eles andam por algumas quadras, fazendo tantas curvas que ela até perde a conta, já não sabendo mais onde esta, muito menos para onde estavam indo. Até que numa última curva ela pode ver onde estavam. As ruas fechadas deram lugar à uma praça aberta. Nessa praça viviam dezenas de moradores de rua, em cantos com tetos de papelão improvisados, alguns mais afortunados tinham lençóis e cobertores.
Logo um dos sem teto, claramente bêbado, começa implicar com Nicolas:
- Cadê meu dinheiro guri? Hââ?!?!
Ele caminha para trás, tentando se afastar, mas o bêbado chega ainda mais perto:
- Não me ouviu não?!?! Não faz de conta que é surdo moleque!! - Chegando a babar enquanto grita.
Vendo a cena, Helena não consegue mais ignorar. Ela fica entre o bêbado e Nicolas.

Opções

2.1 Ela aborda ele



Logo ao sair do Starbuck, Helena aborda seu filho:
- Nicolas? Hey, Nicolas, espera!
- Hm? Eu conheço a senhora?
- Bom, deveria, afinal, eu sou sua mãe...
- Mãe? Olha senhora, não sei que piada a senhora ta querendo fazer, e não to com paciência pra essas brincadeirinhas.
- Não é brincadeira nenhuma, estou falando sério!
- Ta bom, ta bom, diga o que quiser. Não sou obrigado a ficar ouvindo nenhuma maluca dizer que é minha mãe. - Nicolas vira as costas e sai andando.
Sentida pelas palavras do filho, Helena sai caminhando por ai, perdida em seus próprios pensamentos. Uma súbita buzina a tira de seu transe. Assustada, ela só tem tempo de ver o ônibus que vem em sua direção. Antes que pudesse reagir, alguém a puxa para fora da rua.
- Você esta bem?? - Pergunta uma voz familiar.
Quando chegam em casa, Dani sai correndo para trás do balcão.
- O dia foi estressante, que tal relaxarmos um pouco? - Convida Dani, segurando uma garrafa de vinho tinto.
- Normalmente eu diria não para o vinho, mas podemos abrir uma exceção...
Sorrindo, Dani serve duas taças de vinho. Elas sentam no sofá e assistem algum filme. Nem na metade do filme, a garrafa estava vazia, Helena ria de qualquer coisa e Dani ria do estado da amada:
- Chega, você já bebeu demais - Dizia enquanto tentava se manter séria - Vamos levar você pra cama.
Dani ajeita Helena na cama e se deita para dormir com ela. No momento que ela se vira de lado, é abraçada:
- Eu te amo. - murmura Helena meio bêbada meio dormindo.
- Eu também te amo - Responde Dani sorrindo.
Na outra manhã, Helena acorda. Ela esta ainda abraçando Dani e podia sentir seu calor. Ela levanta gentilmente da cama para não acordá-la. Ao vê-la dormir tão calmamente, ela se sente em paz. "Dani não lembra do Nicolas, mas lembra de nós.... Por mais que me doa, terei que esquece-lo também, não vou arriscar perde-la de novo". Helena descarta tudo que a lembre dele, inclusive a foto no medalhão.
Depois disso feito, ela deita ao lado de Dani, que começa a acordar:
- Bom dia amor - Ela diz em meio a um bocejo - está tudo bem?
- Bom dia amor da minha vida, esta tudo bem sim - responde Helena - Só estava pensando, estar com você é como um sonho se tornando realidade, ser capaz de acordar ao seu lado todas as manhãs, beijá-la antes de ir para o trabalho, ou mesmo receber uma mensagem de texto qualquer sua lembrando-me de pegar alguma coisa do mercado, tudo é mágico para mim. Há dias eu me pergunto como eu fui tão sortuda de lhe ter em minha vida.
Lágrimas de alegria correm os olhos de Dani. Ela abraça Helena:
- Só você pra me fazer chorar logo quando acordo. Eu te amo sabe?
- Eu também te amo minha pequena.
As duas ficam abraçadas, aproveitando o tempo que tem sozinhas.


Final com Amor
Tentar outro final?

2.1 Insiste em falar com o filho



- Eu quero falar com meu filho!! Nicolas! - Helena gritava enquanto Nicolas se afastava
- Ta bom querida, já chega. Ou você sai por aquela porta, ou eu chamo a polícia!
Apesar de inconformada, ela se vê obrigada a sair dali antes que a confusão aumente. Sai caminhando por ai, perdida em seus próprios pensamentos. Uma súbita buzina a tira de seu transe. Assustada, ela só tem tempo de ver o ônibus que vem em sua direção. Antes que pudesse reagir, alguém a puxa para fora da rua.
Quando chegam em casa, Dani sai correndo para trás do balcão.
- O dia foi estressante, que tal relaxarmos um pouco? - Convida Dani, segurando uma garrafa de vinho tinto.
- Normalmente eu diria não para o vinho, mas podemos abrir uma exceção...
Sorrindo, Dani serve duas taças de vinho. Elas sentam no sofá e assistem algum filme. Nem na metade do filme, a garrafa estava vazia, Helena ria de qualquer coisa e Dani ria do estado da amada:
- Chega, você já bebeu demais - Dizia enquanto tentava se manter séria - Vamos levar você pra cama.
Dani ajeita Helena na cama e se deita para dormir com ela. No momento que ela se vira de lado, é abraçada:
- Eu te amo. - murmura Helena meio bêbada meio dormindo.
- Eu também te amo - Responde Dani sorrindo.
Na outra manhã, Helena acorda. Ela esta ainda abraçando Dani e podia sentir seu calor. Ela levanta gentilmente da cama para não acordá-la. Ao vê-la dormir tão calmamente, ela se sente em paz. "Dani não lembra do Nicolas, mas lembra de nós.... Por mais que me doa, terei que esquece-lo também, não vou arriscar perde-la de novo". Helena descarta tudo que a lembre dele, inclusive a foto no medalhão.
Depois disso feito, ela deita ao lado de Dani, que começa a acordar:
- Bom dia amor - Ela diz em meio a um bocejo - está tudo bem?
- Bom dia amor da minha vida, esta tudo bem sim - responde Helena - Só estava pensando, estar com você é como um sonho se tornando realidade, ser capaz de acordar ao seu lado todas as manhãs, beijá-la antes de ir para o trabalho, ou mesmo receber uma mensagem de texto qualquer sua lembrando-me de pegar alguma coisa do mercado, tudo é mágico para mim. Há dias eu me pergunto como eu fui tão sortuda de lhe ter em minha vida.
Lágrimas de alegria correm os olhos de Dani. Ela abraça Helena:
- Só você pra me fazer chorar logo quando acordo. Eu te amo sabe?
- Eu também te amo minha pequena.
As duas ficam abraçadas, aproveitando o tempo que tem sozinhas.


Final com Amor
Tentar outro final?

2.1 Vai embora como pedem




A fim de evitar confusão, Helena sai do Starbucks. Ela sai caminhando por ai, perdida em seus próprios pensamentos. Uma súbita buzina a tira de seu transe. Assustada, ela só tem tempo de ver o ônibus que vem em sua direção. Antes que pudesse reagir, alguém a puxa para fora da rua.
- Você esta bem?? - Pergunta uma voz familiar.
Ao olhar para trás, ela a reconhece. Dani estava tão pálida quanto ela:
- Por favor, não faça mais isso. Não sei oque faria sem você!
- Desculpa, prometo prestar mais atenção por onde ando.
As duas se abraçam:
- Vem - Diz Dani - Vamos pra casa.
Quando chegam em casa, Dani sai correndo para trás do balcão.
- O dia foi estressante, que tal relaxarmos um pouco? - Convida Dani, segurando uma garrafa de vinho tinto.
- Normalmente eu diria não para o vinho, mas podemos abrir uma exceção...
Sorrindo, Dani serve duas taças de vinho. Elas sentam no sofá e assistem algum filme. Nem na metade do filme, a garrafa estava vazia, Helena ria de qualquer coisa e Dani ria do estado da amada:
- Chega, você já bebeu demais - Dizia enquanto tentava se manter séria - Vamos levar você pra cama.
Dani ajeita Helena na cama e se deita para dormir com ela. No momento que ela se vira de lado, é abraçada:
- Eu te amo. - murmura Helena meio bêbada meio dormindo.
- Eu também te amo - Responde Dani sorrindo.
Na outra manhã, Helena acorda. Ela esta ainda abraçando Dani e podia sentir seu calor. Ela levanta gentilmente da cama para não acordá-la. Ao vê-la dormir tão calmamente, ela se sente em paz. "Dani não lembra do Nicolas, mas lembra de nós.... Por mais que me doa, terei que esquece-lo também, não vou arriscar perde-la de novo". Helena descarta tudo que a lembre dele, inclusive a foto no medalhão.
Depois disso feito, ela deita ao lado de Dani, que começa a acordar:
- Bom dia amor - Ela diz em meio a um bocejo - está tudo bem?
- Bom dia amor da minha vida, esta tudo bem sim - responde Helena - Só estava pensando, estar com você é como um sonho se tornando realidade, ser capaz de acordar ao seu lado todas as manhãs, beijá-la antes de ir para o trabalho, ou mesmo receber uma mensagem de texto qualquer sua lembrando-me de pegar alguma coisa do mercado, tudo é mágico para mim. Há dias eu me pergunto como eu fui tão sortuda de lhe ter em minha vida.
Lágrimas de alegria correm os olhos de Dani. Ela abraça Helena:
- Só você pra me fazer chorar logo quando acordo. Eu te amo sabe?
- Eu também te amo minha pequena.
As duas ficam abraçadas, aproveitando o tempo que tem sozinhas.


Final com Amor
Tentar outro final?

2.1 Pergunta se sabe quem ela é



Ao ficar cara a cara com o filho, seu coração começa a bater mais rápido. Eles se olham por alguns segundos, Helena esperando ser reconhecida, ele esperando o pedido. Até que ele cansa de esperar o pedido dela:
- O que vai ser para a senhora?
- Senhora? Nicolas, sou eu, Helena, sua mãe! Você realmente não me reconhece? - Ela clama, com desespero crescendo em seu peito.
- Senhora, eu não sei quem é você, ou que tipo de piada sem graça é essa, mas se não pedir nada, agradeceria se a senhora não congestionasse a fila.
- Isso não pode estar acontecendo....
Nesse meio tempo, a supervisora de Nicolas aparece:
- Algum problema por aqui, Nic, meu querido?
- Cláudia! Essa senhora insiste em dizer que é minha mãe, ao invés de fazer o pedido. Não sei qual a piada que ela esta tentando fazer.
- Tudo bem querido, eu assumo daqui. Querida, se você não quer nada, poderia nos fazer o favor de se retirar?
Helena estava sem palavras, seu filho não apenas não a reconhecia, ela podia notar o olhar de puro desgosto vindo de seus olhos.

Opções

2.1 Pede um café e sente



Eles se olham por alguns segundos. Até que Helena finalmente fala:
- Um café expresso, por favor.
- Certo, só um segundo por favor. - Nicolas responde, se virando para fazer o café. Ele entrega o café - Mais alguma coisa ou é só isso?
- Só isso mesmo.
- Certo, fica R$ 4,50.
Ela paga com uma nota de 5 e diz:
- Pode ficar com o troco. - E vai sentar numa mesa de canto. Ela paga um jornal na bancada ao lado. "A data e o ano estão certos" folheando pelo jornal ela não nota nenhuma anormalidade. "Nenhuma notícia falando sobre a tempestade também, será tudo imaginação minha?". Conforme as horas passam, ela pede um sanduíche australiano e um pão de queijo recheado.
Quando o relógio marca 13 horas, Helena nota que Nicolas esta se preparando para sair. Ele sai pela porta e ela vai atrás dele.


Opções

2.1 Não entra



Helena encara os dois por alguns instantes. Vendo como os dão bem, ela decide não entrar, e sai caminhando por ai, perdida em seus próprios pensamentos. Uma súbita buzina a tira de seu transe. Assustada, ela só tem tempo de ver o ônibus que vem em sua direção. Antes que pudesse reagir, alguém a puxa para fora da rua.
- Você esta bem?? - Pergunta uma voz familiar.
Ao olhar para trás, ela a reconhece. Dani estava tão pálida quanto ela:
- Por favor, não faça mais isso. Não sei oque faria sem você!
- Desculpa, prometo prestar mais atenção por onde ando.
As duas se abraçam:
- Vem - Diz Dani - Vamos pra casa.
Quando chegam em casa, Dani sai correndo para trás do balcão.
- O dia foi estressante, que tal relaxarmos um pouco? - Convida Dani, segurando uma garrafa de vinho tinto.
- Normalmente eu diria não para o vinho, mas podemos abrir uma exceção...
Sorrindo, Dani serve duas taças de vinho. Elas sentam no sofá e assistem algum filme. Nem na metade do filme, a garrafa estava vazia, Helena ria de qualquer coisa e Dani ria do estado da amada:
- Chega, você já bebeu demais - Dizia enquanto tentava se manter séria - Vamos levar você pra cama.
Dani ajeita Helena na cama e se deita para dormir com ela. No momento que ela se vira de lado, é abraçada:
- Eu te amo. - murmura Helena meio bêbada meio dormindo.
- Eu também te amo - Responde Dani sorrindo.
Na outra manhã, Helena acorda. Ela esta ainda abraçando Dani e podia sentir seu calor. Ela levanta gentilmente da cama para não acordá-la. Ao vê-la dormir tão calmamente, ela se sente em paz. "Dani não lembra do Nicolas, mas lembra de nós.... Por mais que me doa, terei que esquece-lo também, não vou arriscar perde-la de novo". Helena descarta tudo que a lembre dele, inclusive a foto no medalhão.
Depois disso feito, ela deita ao lado de Dani, que começa a acordar:
- Bom dia amor - Ela diz em meio a um bocejo - está tudo bem?
- Bom dia amor da minha vida, esta tudo bem sim - responde Helena - Só estava pensando, estar com você é como um sonho se tornando realidade, ser capaz de acordar ao seu lado todas as manhãs, beijá-la antes de ir para o trabalho, ou mesmo receber uma mensagem de texto qualquer sua lembrando-me de pegar alguma coisa do mercado, tudo é mágico para mim. Há dias eu me pergunto como eu fui tão sortuda de lhe ter em minha vida.
Lágrimas de alegria correm os olhos de Dani. Ela abraça Helena:
- Só você pra me fazer chorar logo quando acordo. Eu te amo sabe?
- Eu também te amo minha pequena.
As duas ficam abraçadas, aproveitando o tempo que tem sozinhas.


Final com Amor
Tentar outro final?


2.1 Entrar na cafeteria



Ela respira fundo e entra na cafeteria. "Mantenha a calma, você consegue". Como ainda estava claro, para Helena era seguro presumir que de alguma forma a tarde se transformara em manhã. "Já esta bem movimentado, por ser 9 horas da manhã" ela pensa, enquanto entra na enorme fila. Depois de alguns minutos ela fica cara a cara com o filho.

Opções

2.1 Procurar Filho



Helena decide ir atrás de seu filho. Ela desce até o carro, mas esquece que ele não esta ligando "Não posso esquecer de mandar arrumar esse carro" ela então decide ir a pé, já que é perto dali mesmo.
Chegando lá, ela o avista pela janela. "Pelo menos isso não mudou, ele ainda trabalha no caixa.". "Ele parece tão feliz" ela nota, ao vê-lo atender 3 clientes ao mesmo tempo. Uma senhora gorda, Cláudia, gerente do setor, elogia seu esforço. "Eles parecem tão próximos... como mãe e filho....". Ao se deparar com essa cena, Helena exita.

Opções

2.1 Desistir do Filho



Ela levanta gentilmente da cama para não acordá-la. Ao vê-la dormir tão calmamente, ela se sente em paz. "Dani não lembra do Nicolas, mas lembra de nós.... Por mais que me doa, terei que esquece-lo também, não vou arriscar perde-la de novo". Helena descarta tudo que a lembre dele, inclusive a foto no medalhão.
Depois disso feito, ela deita ao lado de Dani, que começa a acordar:
- Bom dia amor - Ela diz em meio a um bocejo - está tudo bem?
- Bom dia amor da minha vida, esta tudo bem sim - responde Helena - Só estava pensando, estar com você é como um sonho se tornando realidade, ser capaz de acordar ao seu lado todas as manhãs, beijá-la antes de ir para o trabalho, ou mesmo receber uma mensagem de texto qualquer sua lembrando-me de pegar alguma coisa do mercado, tudo é mágico para mim. Há dias eu me pergunto como eu fui tão sortuda de lhe ter em minha vida.
Lágrimas de alegria correm os olhos de Dani. Ela abraça Helena:
- Só você pra me fazer chorar logo quando acordo. Eu te amo sabe?
- Eu também te amo minha pequena.
As duas ficam abraçadas, aproveitando o tempo que tem sozinhas.



Final com Amor
Tentar outro final?

2.1 Voltar de Táxi



Cansada de caminhar o dia todo, Helena decide pegar um táxi. Ela chega no ponto de táxi, mas não há nenhum taxista disponível. "Não é meu dia de sorte".  Já estava indo embora, quando finalmente chega um táxi. "Um pouco de sorte!". Ela entra em casa desconsolada. Nem ao menos janta. Ela fica sentada na frente da televisão, apenas reparando no brilho da tela. Não estava nem prestando atenção ao que estava passando. As horas passam e ela acaba adormecendo.
Ela acorda dolorida, por uma noite mal dormida no sofá. Sentada, ela abre seu medalhão em forma de coração, e encara a foto se seu filho e de sua esposa.

Opções

2.1 Voltar de Ônibus



Apesar de decepcionada por ainda não ter encontrado Dani, Helena não desanima. "Se eu voltar de ônibus posso acabar cruzando com ela em algum lugar.... as chances são baixas, mas ainda são chances!". 
Ela caminha com determinação até o ponto de ônibus. Quando ela vê quem está lá, seu coração para de bater por um instante. Sentada no ponto, estava Dani. Seus longos cachos morenos caiam sobre seu ombro. Sua pele branca e macia contrastava com o longo vestido vermelho que lhe cobria as canelas. Ela lia um livro, sorrindo de orelha a orelha, com um olhar apaixonado, como o de quem ama a história que estava lendo. "Como no dia que nos conhecemos! Ela usava esse mesmo vestido, lia esse mesmo nesse mesmo ponto de ônibus". Com o coração a mil, ela chega do seu lado:
- Dani? - Helena pergunta hesitante.
- Hm? Oi? - Responde ela, notando apenas agora que tinha companhia - Posso ajuda-la?
Respirando fundo, Helena responde:
- Pode. - Mal terminando de falar, ela beija Dani.
Seus lábios se encaixam perfeitamente. A princípio, ela resistiu, mas logo os lábios de Helena a convenceram a se entregar. Ao abrir os olhos, Dani suspira:
- É, esse é mesmo teu jeito de dizer oi, meu amor.
- E tem melhor jeito?
- Não que eu lembre agora - Ela responde corando.


2.1 Procurar no Cinema



Helena decide procurar ela no cinema "Aquele filme que ela queria ver estreia hoje, um remake dum tal clássico, não é muito meu estilo, quem sabe ela não foi sozinha". Quando ela chega no cinema, a sessão já havia começado, então ela se vê obrigada a esperar. Senta em um banco ali perto. Passam-se 2 horas e meia até o filme acabar. Ao notar a movimentação na saída da sala, Helena se levanta. Ela cruza dezenas de rostos, mas nenhum é o de Dani. "Parece que ela não está por aqui....". Sem ter sucesso em sua busca, ela volta para casa.
"Bom, já que estou sem carro, não me sobram muitas opções. Se não me engano há um ponto de táxi na quadra de cima." ela confere o relógio "apesar de que o ônibus pra casa já esta passando."

Opções

2.1 Procurar na Livraria



Helena decide procurar por ela na livraria, a duas quadras de casa. "Se não me engano, a Dani disse que estava esperando um livro chegar. Talvez ela esteja lá". Ela passa na frente da livraria, entra, como quem não quer nada, e começa a procurar por sua esposa. Mesmo com tantas pessoas ali, nenhuma era quem ela queria encontrar. "Parece que ela não está por aqui....". Sem ter sucesso em sua busca, ela volta para casa.
"Bom, já que estou sem carro, não me sobram muitas opções. Se não me engano há um ponto de táxi na quadra de cima." ela confere o relógio "apesar de que o ônibus pra casa já esta passando."

Opções

2.1 Procurar na Praça



Helena decide procurar por ela na praça central da cidade "A Dani adora passar horas apenas olhando pra aquele velho chafariz". A lembrança da cena a faz sorrir. Ela chega na praça, repleta de pessoas. "Mais movimentada do que eu lembrava". Sabendo que seria difícil encontra-la no meio de tanta gente, ela senta em um banco na frente do chafariz. Horas se passam e nem sinal da Dani. O movimento começa a diminuir. Com a praça menos povoada, Helena começa a procurar sua esposa. Mas por mais que ela caminhe e de voltas, não há sinal dela. "Parece que ela não está por aqui....". Sem ter sucesso em sua busca, ela volta para casa.
"Bom, já que estou sem carro, não me sobram muitas opções. Se não me engano há um ponto de táxi na quadra de cima." ela confere o relógio "apesar de que o ônibus pra casa já esta passando."

Opções

2.1 Não ficar com Roger



O rosto de Roger estava praticamente colado no seu. Helena exita por alguns instantes, mas se afasta:
- Sinto muito - diz ela - Mas não  consigo fazer isso. Não leve a mal, você é um cara super legal, e com certeza vai achar a pessoa certa pra você. Só que essa pessoa não sou eu. Sinto muito mesmo.
Antes que ele pudesse responder, ela sai correndo em direção a porta do bar. Ela vai embora sem olhar para trás, preferindo não saber como ele reagiria. Decide então que precisa achar Dani a todo custo. Talvez se ela olhasse nos lugares que ela costumava frequentar, a encontraria por lá.


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2.1 Ficar com Roger



Seus rostos estão praticamente encostados. Helena podia sentir a respiração pesada de Roger. Ele sorria. E ao vê-lo sorrir ela também sorri, com o coração acelerando. Ela fecha os olhos e se entrega aos lábios dele. Quando seus lábios se encostam o mundo parece sumir. Não havia mais luzes brilhando, não havia mais o som da banda. Todos os problemas do mundo desapareciam lentamente. O toque de mão dele em seu rosto faz seu corpo se arrepiar. Oque ela lembrava sobre seu filho, "Nicolas", sua esposa, "Da.... como era mesmo seu nome? Não consigo mais lembrar...", tudo ia sumindo lentamente, até o ponto em que Helena esquecera por completo que já tivera um filho e uma esposa. Tudo que ela viverá com com Roger agora era vívido e nítido.
Quando suas bocas se separam, tudo que eles fazem é sorrir, olhando no fundo dos olhos um do outro. 
Quando o show da banda termina, eles caminham de mãos dadas pela rua:
- Hey, ta afim de jantar lá casa? - Pergunta Helena.
- Claro! Te ajudo a cozinhar como nos velhos tempos. - Roger responde animado.
- Estrogonofe de frago?
- Óbvio né.
Os dois começam a rir. Ele a puxa pelo braço, e a envolve num abraço:
- O que foi? - Pergunta ela, surpresa.
- Nada não, só gosto de ter você em meus braços.
- Você é quente - Ela responde encostando a cabeça em seu peito.
- Obrigado... eu acho - Responde ele sem jeito.
Depois do jantar na casa dela. Eles sentam no sofá para ver um filme. Ela adormece em seu peito pensando "É, assim que as coisas deveriam ser".

Final com um novo amor.
Tentar outro final?

2.1 Não sair com Roger



- Adoraria, mas agora tenho que achar a Dani, a gente marca outra hora, tudo bem? - Recusa Helena.
- Ah sim, entendo. Bom, boa sorte - Responde Roger, claramente desapontado.
Ela se despede dele e continua sua busca. "Se não sabem dela no trabalho, quem sabe ela não está passeando em algum lugar?  Talvez se eu a procurar nos lugares que ela costumava frequentar, eu a encontro por lá".

Opções

2.1 Sair com Roger



Helena pensa por alguns segundos, "A Dani deve estar bem":
- Claro, uma conversa nunca fez mal a ninguem.
Ela e Roger vão caminhando até o bar. Era um bar clássico por fora, mas por dentro suas mesas eram organizadas em formas que podiam ser facilmente arranjada para casais, para 2,4 ou 6 pessoas. De alguma maneira estranho isso funcionava, e inclusive chamava atenção do público pela novidade. Era o lugar ideal para conhecer gente nova, até para os solteiros, pois eles possuíam um sistema que juntava pessoas de gostos semelhantes.
Eles sentam em uma mesa no canto, haviam bastante mesas vagas, então eles acabaram sozinhos na mesa. Helena estava um pouco nervosa, mas conforme os dois começam a conversar, ela começa a se sentir mais a vontade. Era possível notar que eles tinham algum tipo de ligação. "Até que a gente tem bastante coisa em comum! Quem diria!".
O bar então começa a tocar uma música romântica com uma banda ao vivo. Com direito a show de luzes e tudo mais. Nesse instante Roger se aproxima de seu rosto.

Opções

2.1 Procurar amor



Helena decide ir atrás de Dani "Quem sabe eu não encontro ela no trabalho?". Daniela trabalhava como psicologa numa clínica psiquiátrica algumas quadras pra baixo de casa. O problema é que ela saia atender pacientes em escolas públicas, e isso não era algo agendado, ela poderia estar em qualquer escola da cidade, ou mesmo nos caminhos entre as escolas e a clínica. "Bom, tentarei na clínica, eles vão saber onde ela está".
Ela desce até o carro e se apressa para liga-lo. Mas por algum motivo o carro simplesmente não pegava no tranco. "Não adianta perder tempo com esse carro agora" então ela decide ir a pé, já que é perto dali mesmo.
Ao chegar na clínica, Helena questiona a atendente:
- Bom dia! Tudo bom? Então, sabe se a Dani esta por ai?
A atendente era uma jovem ruiva, não devia ter mais que 20 anos. Toda nervosa, ela começa a procurar algo no sistema. Depois de alguns minutos ela finalmente responde:
- Sinto muito moça, mas aqui não tem nenhuma Dani, Daniela, ou qualquer nome do gênero.
- Sério? Hmm, bom, obrigado de qualquer jeito - Responde ela confusa.
Ainda sem entender como Dani não trabalhava lá, segue em direção a porta. Logo quando ela põe o pé na rua, uma voz masculina a chama:
- Helena!
Quando ela se vira, reconhece o dono da voz. Uma figura alta e musculosa, de cabelos morenos e barba por fazer. Seu nome era Roger, eles se conheceram em uma festa alguns anos atrás e vem saindo sem compromisso desde então. Ela lembrava dele, mas não conseguia evitar aquela sensação de que as memórias não eram dela, como se as estivesse vendo pelos olhos de uma outra versão sua. 
- A quanto tempo! Tudo bem com você? - Ele pergunta sorridente.
- Estou bem sim, e como você está?
- Melhor agora que te vi - Ele responde com uma risadinha.
- Certo - Responde ela franzindo a testa - você sabe por onde a Dani anda? Não consigo ligar no celular dela.
- Hmm, não conheço nenhuma Dani, mas o que você me diz de sairmos e colocar a conversa em dia?


Opções

sábado, 17 de outubro de 2015

1.2 Voltar de ônibus



Apesar de decepcionada por ainda não ter encontrado Dani, Helena não desanima. "Se eu voltar de ônibus posso acabar cruzando com ela em algum lugar.... as chances são baixas, mas ainda são chances!". 
Ela caminha com determinação até o ponto de ônibus. Quando ela vê quem está lá, seu coração para de bater por um instante. Sentada no ponto, estava Dani. Seus longos cachos morenos caiam sobre seu ombro. Sua pele branca e macia contrastava com o longo vestido vermelho que lhe cobria as canelas. Ela lia um livro, sorrindo de orelha a orelha, com um olhar apaixonado, como o de quem ama a história que estava lendo. "Como no dia que nos conhecemos! Ela usava esse mesmo vestido, lia esse mesmo nesse mesmo ponto de ônibus". Com o coração a mil, ela chega do seu lado:
- Dani? - Helena pergunta hesitante.
- Hm? Oi? - Responde ela, notando apenas agora que tinha companhia - Posso ajuda-la?
Respirando fundo, Helena responde:
- Pode. - Mal terminando de falar, ela beija Dani.
Seus lábios se encaixam perfeitamente. A princípio, ela resistiu, mas logo os lábios de Helena a convenceram a se entregar. Ao abrir os olhos, Dani suspira:
- É, esse é mesmo teu jeito de dizer oi, meu amor.
- E tem melhor jeito?
- Não que eu lembre agora - Ela responde corando.


1.2 Voltar para casa com Dani




Elas logo chegam em casa. Quando Helena abre a porta, Dani se surpreende:
- Uau! Esse lugar esta diferente do que eu me lembrava!
Helena havia contado tudo o que acontecera no caminho para casa.
- Nem me fale - Ela concorda - Ainda não acredito que eu tenho tanta bebida alcoólica em casa. Provavelmente vou acabar jogando tudo fora.
Dani corre para trás do balcão.
- Bom, o que me diz de a gente não desperdiçar tudo isso? - Convida Dani, segurando uma garrafa de vinho tinto.
- Normalmente eu diria não para o vinho, mas a situação não é normal mesmo, então...
Sorrindo, Dani serve duas taças de vinho. Elas sentam no sofá e assistem algum filme. Nem na metade do filme, a garrafa estava vazia, Helena ria de qualquer coisa e Dani ria do estado da amada:
- Chega, você já bebeu demais - Dizia enquanto tentava se manter séria - Vamos levar você pra cama.
Dani ajeita Helena na cama e se deita para dormir com ela. No momento que ela se vira de lado, é abraçada:
- Eu te amo. - murmura Helena meio bêbada meio dormindo.
- Eu também te amo - Responde Dani sorrindo.
Na outra manhã, Helena acorda. Ela esta ainda abraçando Dani e podia sentir seu calor. Ela levanta gentilmente da cama para não acordá-la. Ao vê-la dormir tão calmamente, ela se sente em paz. "Dani não lembra do Nicolas, mas lembra de nós.... Por mais que me doa, terei que esquece-lo também, não vou arriscar perde-la de novo". Helena descarta tudo que a lembre dele, inclusive a foto no medalhão.
Depois disso feito, ela deita ao lado de Dani, que começa a acordar:
- Bom dia amor - Ela diz em meio a um bocejo - está tudo bem?
- Bom dia amor da minha vida, esta tudo bem sim - responde Helena - Só estava pensando, estar com você é como um sonho se tornando realidade, ser capaz de acordar ao seu lado todas as manhãs, beijá-la antes de ir para o trabalho, ou mesmo receber uma mensagem de texto qualquer sua lembrando-me de pegar alguma coisa do mercado, tudo é mágico para mim. Há dias eu me pergunto como eu fui tão sortuda de lhe ter em minha vida.
Lágrimas de alegria correm os olhos de Dani. Ela abraça Helena:
- Só você pra me fazer chorar logo quando acordo. Eu te amo sabe?
- Eu também te amo minha pequena.
As duas ficam abraçadas, aproveitando o tempo que tem sozinhas.


Final com Amor
Tentar outro final?

1.1 Voltar pra casa com Dani



Elas logo chegam em casa. Quando Helena abre a porta, Dani se surpreende:
- Uau! Esse lugar esta diferente do que eu me lembrava!
Helena havia contado tudo o que acontecera no caminho para casa.
- Nem me fale - Ela concorda - Ainda não acredito que eu tenho tanta bebida alcoólica em casa. Provavelmente vou acabar jogando tudo fora.
Ao ouvir a comoção, Nicolas sai de seu quarto improvisado:
- Mãe! Então você achou quem estava procurando?
- Achei! Venha cá, você logo ira reconhece-la.
Dani e Nicolas ficam cara a cara. Após alguns segundos se encarando em silêncio, os dois parecem se lembrar de tudo. Assim que isso acontece, se abraçam e começam a chorar. Helena assiste a cena, sorrindo.
Finalmente reunidos, os três jantam, como se fosse a coisa mais natural para eles, como se sempre tivesse sido assim. Logo após comerem, sentam no sofá e assistem a um filme. Não demora muito para que peguem no sono ali mesmo.
Quando Helena acorda no dia seguinte, ela estava sozinha no sofá, mas a casa estava do jeito que era antes. Dani sai do quarto:
- Bom dia dorminhoca! Se esqueceu de ir pra cama ontem?
Quando questionada sobre o dia anterior ela apenas responde:
- Não aconteceu nada demais, você chegou ontem do trabalho, nos jantamos, eu o Nicolas fomos dormir, enquanto você terminava de assistir sua séries.
"Então tudo aquilo não passou de um sonho?".
- Agora, que tal acordarmos nosso filho para um café da manhã em família?
O resto do dia seguiu normal, e Helena apenas podia sentir gratidão por tudo estar do jeito que era antes.


Final com Amor e o Filho 
Tentar outro final?