domingo, 18 de outubro de 2015

2.2 Volta para casa com Nicolas



Helena e Nicolas voltam a pé para casa, aproveitando a caminhada para relembrarem os velhos tempos, tentando entender o que estava acontecendo.
- Eu me lembro de tudo o que nos dois fizemos, mesmo tendo certeza de não ter feito nada disso.... - Ele desabafa, confuso.
- Eu não sei o que esta acontecendo, hoje era pra ser apenas mais um dia como outro qualquer. Do nada eu me vejo nessa confusão toda..... Mas isso não importa agora. Eu não consegui te ajudar antes, mas daqui pra frente vai ser diferente. - Ela promete.
Chegando em casa, Helena vai fazer pipoca, enquanto Nicolas procura algum filme bom na televisão. Os dois assistem tv até caírem no sono.
No outro dia, ela acorda sozinha no sofá. Caminha pela casa mas não há sinal de Nicolas, até que encontra um bilhete em cima da mesa da cozinha. Dizia "Fui trabalhar, volto à tarde. Nicolas". Ela suspira aliviada. Depois do susto inicial, Helena coloca seus pensamentos em ordem. "Prometi ao Nicolas que ia ajudar ele, que daqui pra frente seria diferente. Vou compensa-lo. Ele e a felicidade dele serão minhas únicas prioridades." Aproveitando que ele estava no trabalho, ela sai as compras. Com o dinheiro que tinha guardada no banco, compra móveis novos, cama, armário, estante para livros, mesa de estudos, para dar a Nicolas um quarto novo.
Ela joga fora todos os entulhos e pede para o pessoal da entrega colocar em seu lugar os móveis recém comprados. "Pronto! Agora as coisas estão como deveriam". Quando Nicolas volta para casa, é recebido com um abraço carinhoso e o almoço servido:
- Antes de comer, venha aqui. Tenho uma surpresa pra você! - Diz Helena empolgada, enquanto o puxa para seu novo quarto. Quanto ele vê seu quarto novo, lágrimas escorrem pelo seu rosto:
- Eu não mereço tudo isso - Nicolas diz emocionado.
- Você é minha vida, e farei de tudo pra te fazer feliz. Agora, vamos comer antes que a comida esfrie.
Os dois sentam a mesa, e conversam, felizes.

Final com o Filho
Tentar outro final?

2.2 Ela bate no Bêbado



O bêbado abre um sorriso torto:
- Mas olha só, quem é essa deliciosinha moleque? Sua amiga?
- Não faço ideia de quem ela seja - Nicolas responde confuso.
- Não faz diferença quem eu sou, ou você deixa ele em paz, ou eu faço você deixar. - Responde Helena, em um tom ameaçador.
- Oooh, parece que a gatinha tem garras não é mesmo? - Zomba o bêbado.
- Ok, então você não me deixa escolha...
- E o que a bonitinha vai fazer? Me dar uns beijinhos?
Essa foi a gota d'água. Helena sorri inocentemente, como se fosse apenas mais uma garota indefesa. No momento que ele baixa a guarda, ela agarra seu pulso e com um rápido movimento o desloca. O homem ajoelha e grita, agonizando de dor. No mesmo instante, ela acerta uma joelhada em seu nariz. O homem cai inconsciente. Nicolas cai na gargalhada:
- Muito bom!! Realmente, não esperava que a senhora soubesse brigar!
- Eu sei alguns truques, aprendi no trabalho. - Ela responde, se sentido orgulhosa de si mesma.
Os dois começam a conversar. Ela descobre que Nicolas nunca foi adotado, e acabara tendo que morar na rua ao completar 16 anos. Uma dor invade seu peito, só de imaginar tudo pelo que o filho passara. Ele nota o sofrimento de Helena, até que, por um instante, os olhares dos dois se cruzam. Nesse instante, Nicolas parece entra em algum tipo de transe. Depois de alguns segundos, ele parece recobrar a consciência:
- Mãe?
Lágrimas escorrem dos olhos de Helena. Ela e Nicolas se abraçam.


2.2 Ela paga o Bêbado



- Quanto ele te deve? - diz ela pegando a carteira.
- Oooh, você vai pagar por ele belezinha?
Revirando os olhos, ela pega 50 reais e entrega pra ele:
- Ok, você pega isso e deixa a gente em paz.
- Hohoho, como quiser belezinha. 
O bêbado vai embora todo contente. Já Nicolas por outro lado, não esta ficou nem um pouco contente com o acontecido:
- Quem você acha que é pra se meter na minha vida?!?
- Mas.. eu só queria ajudar...
- Ajudar!? Jonas é só mais um otário, como dezenas de outros aqui. Eu nem devo dinheiro pra ele, ele só faz isso com todo mundo. Agora mesmo que ele vai voltar a incomodar.
- Mas...
- Mas nada! Me faz um favor, não aparece mais aqui, ta? Só isso.
De coração partido, Helena dá as costas a seu filho vai para casa

2.2 Ela o segue



Helena decide seguir seu filho para ver onde ele esta morando, antes de se aproximar dele. Eles andam por algumas quadras, fazendo tantas curvas que ela até perde a conta, já não sabendo mais onde esta, muito menos para onde estavam indo. Até que numa última curva ela pode ver onde estavam. As ruas fechadas deram lugar à uma praça aberta. Nessa praça viviam dezenas de moradores de rua, em cantos com tetos de papelão improvisados, alguns mais afortunados tinham lençóis e cobertores.
Logo um dos sem teto, claramente bêbado, começa implicar com Nicolas:
- Cadê meu dinheiro guri? Hââ?!?!
Ele caminha para trás, tentando se afastar, mas o bêbado chega ainda mais perto:
- Não me ouviu não?!?! Não faz de conta que é surdo moleque!! - Chegando a babar enquanto grita.
Vendo a cena, Helena não consegue mais ignorar. Ela fica entre o bêbado e Nicolas.

Opções

2.2 Ela aborda ele



Logo ao sair do Starbuck, Helena aborda seu filho:
- Nicolas? Hey, Nicolas, espera!
- Hm? Eu conheço a senhora?
- Bom, deveria, afinal, eu sou sua mãe...
- Mãe? Olha senhora, não sei que piada a senhora ta querendo fazer, e não to com paciência pra essas brincadeirinhas.
- Não é brincadeira nenhuma, estou falando sério!
- Ta bom, ta bom, diga o que quiser. Não sou obrigado a ficar ouvindo nenhuma maluca dizer que é minha mãe. - Nicolas vira as costas e sai andando.
Sentida pelas palavras do filho, ela sai caminhando por ai, perdida em seus próprios pensamentos. Uma súbita buzina a tira de seu transe. Assustada, ela só tem tempo de ver o ônibus que vem em sua direção. Não conseguindo sair da frente a tempo, Helena é atropelada. Ela é arremessada para trás violentamente. Seu sangue enxarca a rua. Ela perde e recobra a consciência diversas vezes. Ela se lembra vagamente da ambulância que a socorre. 
Helena é levada para a sala de cirurgia às pressas. Os médicos fazem tudo o que podem, mas seus esforços são em vão. Ela perdera muito sangue e seus ferimentos eram graves.
Ela foi velada no cemitério naquele mesmo dia. Não haviam nem amigos nem parentes em seu funeral, uma vez que ninguém a reconheceu. As únicas presenças eram as do padre, que dizia as últimas palavras ao corpo sem vida, e o coveiro, que vagarosamente cobria o caixão com terra.

Final Trágico
Tentar outro final?

2.2 Vai embora



A fim de evitar confusão, Helena sai do Starbucks. Ela sai caminhando por ai, perdida em seus próprios pensamentos. Uma súbita buzina a tira de seu transe. Assustada, ela só tem tempo de ver o ônibus que vem em sua direção. Não conseguindo sair da frente a tempo, Helena é atropelada. Ela é arremessada para trás violentamente. Seu sangue enxarca a rua. Ela perde e recobra a consciência diversas vezes. Ela se lembra vagamente da ambulância que a socorre. 
Helena é levada para a sala de cirurgia às pressas. Os médicos fazem tudo o que podem, mas seus esforços são em vão. Ela perdera muito sangue e seus ferimentos eram graves.
Ela foi velada no cemitério naquele mesmo dia. Não haviam nem amigos nem parentes em seu funeral, uma vez que ninguém a reconheceu. As únicas presenças eram as do padre, que dizia as últimas palavras ao corpo sem vida, e o coveiro, que vagarosamente cobria o caixão com terra.

Final Trágico
Tentar outro final?

2.2 Insiste em falar com o filho



- Eu quero falar com meu filho!! Nicolas! - Helena gritava enquanto Nicolas se afastava
- Ta bom querida, já chega. Ou você sai por aquela porta, ou eu chamo a polícia!
Apesar de inconformada, ela se vê obrigada a sair dali antes que a confusão aumente.
Ela sai caminhando por ai, perdida em seus próprios pensamentos. Uma súbita buzina a tira de seu transe. Assustada, ela só tem tempo de ver o ônibus que vem em sua direção. Não conseguindo sair da frente a tempo, Helena é atropelada. Ela é arremessada para trás violentamente. Seu sangue enxarca a rua. Ela perde e recobra a consciência diversas vezes. Ela se lembra vagamente da ambulância que a socorre. 
Helena é levada para a sala de cirurgia às pressas. Os médicos fazem tudo o que podem, mas seus esforços são em vão. Ela perdera muito sangue e seus ferimentos eram graves.
Ela foi velada no cemitério naquele mesmo dia. Não haviam nem amigos nem parentes em seu funeral, uma vez que ninguém a reconheceu. As únicas presenças eram as do padre, que dizia as últimas palavras ao corpo sem vida, e o coveiro, que vagarosamente cobria o caixão com terra.

Final Trágico
Tentar outro final?